Olá príncipe ou princesa,
Como estão as coisas por aí? Aqui está tudo indo... dei uma sumida por aqui mas estou com muitos projetos para esse ano. Aliás, o canal no youtube está mais atualizado que aqui porque lá postei no final do ano passado um vídeo falando dos meus projetos, mas, isso é assunto para outra postagem!
O objetivo desse post é falar sobre como aprendi a me amar. Então, vamos começar do começo!
Como qualquer ser humano desse planeta também tenho algumas coisinhas que não gosto em mim como por exemplo (a lista é grande):
- O meu cabelo (que durante a minha infância nunca se definiu e ficava as vezes meio liso às vezes meio cacheado e muitas vezes muito cheio, além disso ele não era louro e assim não dava para eu ser paquita, sim, da Xuxa!);
- Meu peso (eu era muito magra na infância e diziam que era muito feia por ser magrela e eu queria engordar, na adolescência melhorei mas ainda tinha gente que dizia que eu era muito magra, mas aí eu já não ligava porque dava graças a Deus de não ser gorda e poder comer de TUDO!, já adulta tive um sério problema de saúde e por causa de muitos remédios engordei muito e aí ouvia dizerem que eu estava uma baleia e eu não gostei disso e me incomodava ai fui e emagreci);
- Meus peitos (mesmo magrinha, meus peitos cresceram muito e de vez e eu morria de vergonha porque os homens só olhavam para eles e hoje meus peitos estão enormes, fazer o que?);
- E um monte de outras coisas que não caberão aqui.
Depois de lhe contar todo esse drama, talvez você deva estar se perguntando onde entra a parte que eu aprendi a me amar. Bem, eu ainda não aprendi a me amar e acho que ninguém talvez tenha aprendido a lição completa.
Acredito que o aprendizado do amor próprio dura a vida inteira. E a cada momento aprendemos mais uma forma de nos valorizar. Mas, voltando para o meu pedaço nessa história, com o tempo comecei a me amar aos poucos quando comecei a perceber que:
- As pessoas que ficavam o tempo inteiro chamando a atenção para os meus "defeitos", na verdade, ao invés de serem perfeitas já que estavam falando de mim, elas na verdade eram e são muito infelizes consigo mesmas, pois quem está bem consigo e se aceita não cobra perfeição dos outros!;
- Quando eu olhava fotos antigas eu sempre me sentia mais bonita atualmente; alguma coisa que eu não gostava em mim podia ficar pior como já ficou;
- Quando eu fiquei muito doente eu pensei que ia perder muitas coisas importantes, meus pequenos defeitos não faziam diferença naquela hora porque ficar boa e com saúde era muito mais importante;
- Quando eu olhava de perto, na verdade, ninguém era tão bonito nem tão inteligente nem tão mais legal que eu e todo mundo que eu conhecia tinha muitos defeitos e muitos sofrimentos escondidos também.
Aprendi a me amar com a vida e ainda estou aprendendo. Aprendi com todas essas coisas que citei acima, essas foram algumas das pistas que a vida me deu de que cada um no seu canto sofre seu tanto.
Estou aprendendo que para os "defeitos" físicos existem truques de maquiagem, a roupa certa, as cores que valorizam... para os "defeitos" intelectuais existe o conhecimento e o estudo e para os "defeitos" emocionais existe o autoconhecimento. E se tudo que você tentar para se amar, ter uma melhor autoestima e para se aceitar não funcionar, buscar ajuda psicológica fazendo uma psicoterapia pode ajudar muito. Falo de experiência própria nos dois sentidos: já me submeti à psicoterapia e hoje sou psicóloga.
*Esse post é parte de um projeto que estou participando.
O objetivo desse post é falar sobre como aprendi a me amar. Então, vamos começar do começo!
Como qualquer ser humano desse planeta também tenho algumas coisinhas que não gosto em mim como por exemplo (a lista é grande):
- O meu cabelo (que durante a minha infância nunca se definiu e ficava as vezes meio liso às vezes meio cacheado e muitas vezes muito cheio, além disso ele não era louro e assim não dava para eu ser paquita, sim, da Xuxa!);
- Meu peso (eu era muito magra na infância e diziam que era muito feia por ser magrela e eu queria engordar, na adolescência melhorei mas ainda tinha gente que dizia que eu era muito magra, mas aí eu já não ligava porque dava graças a Deus de não ser gorda e poder comer de TUDO!, já adulta tive um sério problema de saúde e por causa de muitos remédios engordei muito e aí ouvia dizerem que eu estava uma baleia e eu não gostei disso e me incomodava ai fui e emagreci);
- Meus peitos (mesmo magrinha, meus peitos cresceram muito e de vez e eu morria de vergonha porque os homens só olhavam para eles e hoje meus peitos estão enormes, fazer o que?);
- E um monte de outras coisas que não caberão aqui.
Depois de lhe contar todo esse drama, talvez você deva estar se perguntando onde entra a parte que eu aprendi a me amar. Bem, eu ainda não aprendi a me amar e acho que ninguém talvez tenha aprendido a lição completa.
Acredito que o aprendizado do amor próprio dura a vida inteira. E a cada momento aprendemos mais uma forma de nos valorizar. Mas, voltando para o meu pedaço nessa história, com o tempo comecei a me amar aos poucos quando comecei a perceber que:
- As pessoas que ficavam o tempo inteiro chamando a atenção para os meus "defeitos", na verdade, ao invés de serem perfeitas já que estavam falando de mim, elas na verdade eram e são muito infelizes consigo mesmas, pois quem está bem consigo e se aceita não cobra perfeição dos outros!;
- Quando eu olhava fotos antigas eu sempre me sentia mais bonita atualmente; alguma coisa que eu não gostava em mim podia ficar pior como já ficou;
- Quando eu fiquei muito doente eu pensei que ia perder muitas coisas importantes, meus pequenos defeitos não faziam diferença naquela hora porque ficar boa e com saúde era muito mais importante;
- Quando eu olhava de perto, na verdade, ninguém era tão bonito nem tão inteligente nem tão mais legal que eu e todo mundo que eu conhecia tinha muitos defeitos e muitos sofrimentos escondidos também.
Aprendi a me amar com a vida e ainda estou aprendendo. Aprendi com todas essas coisas que citei acima, essas foram algumas das pistas que a vida me deu de que cada um no seu canto sofre seu tanto.
Estou aprendendo que para os "defeitos" físicos existem truques de maquiagem, a roupa certa, as cores que valorizam... para os "defeitos" intelectuais existe o conhecimento e o estudo e para os "defeitos" emocionais existe o autoconhecimento. E se tudo que você tentar para se amar, ter uma melhor autoestima e para se aceitar não funcionar, buscar ajuda psicológica fazendo uma psicoterapia pode ajudar muito. Falo de experiência própria nos dois sentidos: já me submeti à psicoterapia e hoje sou psicóloga.
*Esse post é parte de um projeto que estou participando.
O
projeto se chama "#meamoassim" e objetiva ajudar as pessoas a
melhorarem sua auto-estima e propor a ela o cultivo do amor próprio. Toda a
articulação é feita através de um grupo no facebook e resulta sempre em
postagens coletivas tanto em blogs como em redes sociais. Se quiser participar, será bem vinda (o).
Por enquanto é isso. E aí, o que você achou?
Beijos, Julini
Beijos, Julini

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